20 de agosto de 2011

Triste Fim de Brás Cubas e um Recomeço

 
Hoje, férias. Amanhã, segundo semestre.

Seja preso ou em fase terminal numa cama, trago papel e caneta à mão.

Hoje, férias. Ontem, calouro. Amanhã e sempre, Lucas Santana.

10 de agosto de 2011

L → S ← M

 
            Quando te avistei descendo a rua foi como se todos os problemas do mundo tivessem sumido. Eu estaria em sua companhia novamente. Sendo esse o prêmio, parecia ter valido à pena todas as minhas chamadas não atendidas. E valeram.

            Quando dei por mim estava de fato com você. O desejo era de que isso durasse para sempre. E a vontade era de demonstrar todo meu êxtase em estar ali, não só com palavras, mas também em atos concretos.

Mas e se não houver recíproca?

O receio de uma possível repressão, um afastamento definitivo entre nós e sabe-se lá mais o quê, bloqueava totalmente minhas tentativas de pensar em agir e deixavam-me apenas na condição de estar. E me sentir a melhor pessoa do mundo por estar ali, com você.

            Quando já era hora de ir, foi difícil entender que era preciso soltar sua mão. E desejo ardentemente que aquele adeus se transforme o mais rápido possível em um até bem breve.

3 de agosto de 2011

Conjecturas


Ele, sinceridade. Ela, sedução.
Ele, calor. Ela, furacão.
Ele, gradativo. Ela, porção.
Ele, vontade. Ela, tentação.
Ele, amor. Ela, paixão.
Ele, amador. Ela, amante.
Ele, café. Ela, lanche.
Ele, Dó. Ela, Lá.
Ele, cama. Ela, sofá.
Ele a ama. Ela, só sabe se amar.